terça-feira, 2 de agosto de 2011

O nome dele é Amor


Se eu tivesse um gato, daria a ele o nome de Amor.
Ele seria de qq cor, se é que essa cor existe... poderia ser branco, negro ou azul celofane.
Mas, seu nome seria Amor.
Cuidaríamos um do outro com talento e sabedoria. Sabedoria que eu aprenderia com Amor.
E ele aprenderia comigo a gostar de música alta, de incenso e de cuidar do 'lar'. Mas, esse 'lar' não teria um ar funcional, pois o Amor não gostaria assim.
A casa, para Amor, viraria um palácio.

A vida, para Amor, uma coleção de sentimentos.
Virava, mexia e Amor já viria me fazendo uma festa. E ele saberia deixar tudo ainda mais único, mais encantador.
Se eu tivesse um gato, Amor seria seu nome.
E assim ficaria certo também o valor que o sentimento tem.

5 comentários:

Folhetim Cultural disse...

Olá sou Magno Oliveira responsável pelo Blog Folhetim Cultural, convido lhe hoje a conhecer o nosso blog, que tem além de notícias, tem também atrações culturais. Como poesia, contos, crônicas e muito mais...
Conto com sua visita no nosso espaço.

Blog: informativofolhetimcultural.blogpost.com
E-mail: folhetimcultural@hotmail.com
Twitter: @folhetimcultura e @oliveirasmagno

Anônimo disse...

Que lindo o gato chamado amor! tb tenho muitos gatos todos vira lata. Sao os meu preferidos. Obrigada por voce gostar de animais tb!

mardson machado disse...

Olá!
Parabéns pelo seu blog! Muito bom.
Gostaria de aproveitar a visita para divulgar o meu blog. Trata-se do contra-afronta.blogspot.com, onde temas como política, cultura, comportamento e cotidiano são abordados, tendo como foco principal os problemas da cidade de Salvador.
Estou aguardando a sua visita.
Abraço!

mardson machado disse...

Olá, minha cara blogueira!
Primeiramente gostaria de agradecer a sua visita no CONTRA-AFRONTA. Passar pela sua avaliação valoriza o meu trabalho.
Eu já imaginava que aí no Rio as coisas não seriam muito diferente, pois, cada região tem a sua cultura de massa para imbecilizar e imobilizar o povo. No Rio é o funk, aqui é o pagode, em São Paulo e Goiás é a música sertaneja... E por aí vai.
Diante disso, o que podemos fazer é ficarmos atentos e não nos calarmos frente a esse tipo de comportamento. Aqui em Salvador, a deputada Luiza Maia propôs um projeto de lei antibaixaria que, dentre outras coisas, sugere que o Estado não financie bandas ou artistas que tratem as mulheres de maneira ofensiva, como por exemplo, bandas de pagode que cantam músicas do tipo “ me dá, me dá a patinha, sua cachorrinha”. Dia 27 de outubro será votado.
Mais uma vez obrigado pela visita e aguardo você no CONTRA-AFRONTA em outras oportunidades.
Criei um grupo no facebook como uma extensao do blog, para divulgar o conteúdo do mesmo. E eu também tô no twiter: @mardsonmaxado
Me adiciona.
Abraço.

Anônimo disse...

Que linda a postagem.
Pena eu não ter um gato, nem uma gata, ainda mais uma chamada amor!

Rubens Oduvaldo Freire