domingo, 29 de julho de 2007

A ALMA IMORAL















Hoje vou ver a peça A ALMA IMORAL que é adaptado do livro do rabino Nilton Bonder

Ficha Técnica do espetáculo:

Texto: Nilton Bonder
Adaptação e interpretação: Clarice Niskier
Supervisão: Amir Haddad
Figurino: Kika Lopes
Iluminação: Aurélio de Simoni
Direção Musical: José Maria Braga
Preparação Vocal: Célio Rentroya
Preparação Corporal: Márcia Feijo
Programação Visual: João Gabriel
Direção de Produção: Celso Lemos
Assessoria de Imprensa: João Pontes e Stella Stephany


O livro de Nilton Bonder, A alma imoral, com um texto que provoca a comparação entre preservação e evolução com tradição e traição aponta para um paraíso onde os únicos mandamentos eram "multiplicar-se" e lidar com a questão da "transgressão". A consciência humana é formada desta descoberta fantástica de que nossa tarefa não é apenas a procriação, mas, nas condições certas e na medida certa, transcender a nós mesmos. Esta traição para nós mesmos, que é vital para a continuidade da espécie, gera o conceito de alma.

Para Bonder, a alma é o elemento do próprio corpo que está comprometida com alternativas fora deste corpo. E, enquanto o corpo forja a moral para garantir sua preservação através da procriação, a alma engendra transgressões. Esta alma que questiona a moral, assumindo-se muitas vezes imoral, é apresentada através de incontáveis transgressões em textos e conceitos antigos.

Um livro de profundo impacto na reflexão sobre o certo e o errado, a obediência e a desobediência, as fidelidades e as traições. Um convite a conhecer as profundas conexões entre o traidor e o traído, entre a marginalidade e a santidade, entre a alma e o corpo.

Sobre o autor

Nilton Bonder é rabino com função de líder espiritual da Congregação Judaica. É graduado em engenharia mecânica pela Universidade de Columbia e doutor em literatura hebraica pelo Jewish Theological Seminary.

Reconhecido internacionalmente, seus livros já foram lançados nos EUA e Europa. A cabala da comida, A cabala do dinheiro, O segredo judaico de resolução de problemas estão entre seus títulos mais vendidos. Seu livro anterior, Portais secretos, foi lançado pela Rocco em 1996. A alma imoral é seu décimo primeiro livro.



sexta-feira, 13 de julho de 2007

Jackie Eller Tequila Onassis


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Eh Eh Eh!!!! Aniversário dessa grande figurinha...Jackie Eller Tequila Onassis.
Sorte x Amor x Pro$peridade x Alegrias e muito mais...pra você.

Fazer aniversário é mesmo muito bom, sei que têm pessoas que preferem não comemorar, eu já amo festa, comemorações, essas coisas todas.
Mas o aniversário é um momento importante para
ver tudo que passamos, o que vivemos, fazer um balanço pra vida sempre prosperar, afinal de contas, viver dá trabalho, mas sempre vale à pena.





domingo, 24 de junho de 2007

Marly de Oliveira


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Separando umas poesias da grande Marly de Oliveira
que morreu há alguns dias, deparei com essa poesia
do livro “Mar de permeio”.
...e como me disse minha amiga Bob Portas
“esse é um livro que ela fez para as filhas.
Todas as poesias são para uma ou para outra.
O Lauro (pai das meninas) disse que nesta época
cada filha morava em um país diferente
e o mar separava a família - mar de permeio”.

Então essa é Marly de Oliveira e sua poesia:

Tão fácil deixar o quarto assim:
lenços roupas empilhadas
tênis papéis por todo o lado,

os livros do colégio, um copo d' água,

mas um jeito de amar fala mais alto
e vai fazer a cama, renovando os
lençóis; é tão forte o calor, dói
a coluna, nem dói mais, quando
sonolenta ela entra

e sorri sonolenta, um anjo
pousado um momento
no meu ombro; agora a cama está sempre
feita, o armário sempre arrumado, ela
longe longe longe numa

moldura mais que perfeita, e o
dia inteiro olho seu quarto, os quadros,
faz tanta falta aquela desordem!
ela está lá e está aqui

dentro de mim,
e quando sequer falamos

ao telefone é como se nem
entre nós um oceano
houvesse, como se nem.

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sábado, 23 de junho de 2007

cada um tem a cabeceira que merece


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Cada um tem a cabeceira que merece...assim como outras coisas também.

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sábado, 16 de junho de 2007

Aproveitar o instante


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Aprender a relaxar, simplificar as coisas, livrar-se dos excessos, diminuir as expectativas e poder aproveitar o instante...Isso realmente não é para qualquer um: É para quem pode!!

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domingo, 20 de maio de 2007

Giulietta Masina

Gelsomina, Cabiria, Giulietta Masina se confunde com suas personagens, as quais personificou com impecável brilho. Também, a vida e arte de Giulietta Masina estão ligadas visceralmente às do cineasta Federico Fellini, seu marido durante exatos 50 anos (1943-1993). Tanto que Giulietta faleceu de desgosto, cinco meses após a morte de Federico. Masina nasceu em 22 de fevereiro de 1920, no vilarejo de Giorgio di Piano, Itália. Quando jovem, foi fazer faculdade em Roma, onde participou de um grupo teatral. Conheceu Fellini num programa de rádio que ele tinha escrito sobre um jovem casal recém-casado. Pouco depois, eles se casaram. Em 1946, estreou no cinema, fazendo participação especial no clássico neo-realista Paisà, de Roberto Rossellini. Sua longa e frutífera parceria com Fellini teve início em Mulheres e Luzes (Luci Del Varietà), primeiro filme do marido, co-dirigido por Alberto Lattuada. Na seqüência, trabalhou em Abismo de um Sonho (Lo Sceicco Bianco). A consagração internacional veio mesmo com A Estrada da Vida (La Strada), em que se destacou como a artista de rua Gelsomina. Em Noites de Cabíria, Masina viveu outra personagem imortal: a prostituta Cabíria. Mais uma vez, foi aclamada por público e crítica, chegando a receber o prêmio de melhor atriz no Festival International du Film de Cannes. Ainda para Fellini, trabalhou em A Trapaça (Il Bidone), Julieta dos Espíritos (Giulietta degli Spiriti) e Ginger & Fred (idem).

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Giulietta Masina (Caetano Veloso)

Pálpebras de neblina, pele d'alma

lágrima negra tinta

lua lua lua lua

Giulietta Masina

ah, puta de uma outra esquina

ah, minha vida sozinha

ah, tela de luz puríssima

(existirmos a que será que se destina)

ah, Giulietta Masina

ah, vídeo de uma outra luz

pálpebras de neblina, pele d'alma

Giulietta Masina

aquela cara é o coração

de Jesus

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Essa música representa muitas coisas para mim remete a um ótimo tempo...de descobertas incríveis, abertura de mundos, experiências fantásticas que fizeram de mim muito do que sou hoje.